CRISE PARA OS MOÇAMBICANOS QUE TRABALHAM PARA O SEU GANHA-PÃO NA ÁFRICA DO SUL

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Uma onda de preocupação está a tomar conta de milhares de cidadãos de Moçambique que vivem ou dependem de trabalho na vizinha África do Sul, após surgirem informações sobre possíveis mudanças nas políticas de entrada e permanência de estrangeiros. De acordo com relatos que circulam nas últimas horas, o Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, terá sinalizado a necessidade de rever os mecanismos de controlo migratório, levantando receios de que cidadãos moçambicanos possam enfrentar maiores dificuldades para entrar ou permanecer naquele país. Embora ainda não exista um anúncio oficial detalhado que confirme medidas específicas direcionadas a moçambicanos, fontes indicam que as autoridades sul-africanas estão preocupadas com questões relacionadas à imigração irregular, segurança e pressão sobre serviços públicos. A possível revisão das políticas migratórias pode afetar diretamente milhares de trabalhadores moçambicanos que atravessam a fronteira diariamente ou que residem legalmente na ...

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Todos os jovens moçambicanos entre 17 e 35 anos que tenham concluído a 12ª classe poderão candidatar-se, a partir de abril, ao novo Programa Nacional de Primeiro Emprego, anunciou hoje o Conselho de Ministros. A iniciativa combina estágios remunerados de seis meses em empresas públicas e privadas com acesso simplificado a microcrédito para negócios próprios.

Segundo o executivo, a medida quer reduzir o desemprego urbano entre quem terminou o ensino secundário mas ainda não ingressou na universidade nem encontrou colocação formal. “Não é um subsídio sem contrapartida o jovem será alocado, terá mentoria e avaliação. Se criar empresa, o crédito tem juros bonificados”, explicou.

O programa prevê 30 mil vagas no primeiro ano, distribuídas por todas as províncias. Para participar, o candidato deve apresentar certificado da 12ª classe, Bilhete de Identidade e registo no Instituto Nacional de Emprego. 

Empresas parceiras que aceitem estagiários recebem benefícios fiscais temporários, e os projetos de empreendedorismo aprovados terão mentoria técnica do INEFP. Sindicatos saudaram a ideia, mas pedem transparência na seleção. O Governo diz que um comité independente auditará o processo e publicará relatórios trimestrais.

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