🚨 ÚLTIMA HORA: TRIBUNAL MANDA ADMINISTRADORA DE XAI-XAI PARA A PRISÃO

A Administradora do Distrito de Xai-Xai encontra-se em prisão preventiva, por decisão do juiz de instrução criminal, no âmbito do processo relacionado com o alegado desvio de produtos destinados às vítimas das cheias na província de Gaza.

Fontes próximas ao processo explicam que decisão foi tomada durante a audição de legalização da prisão, momento em que o tribunal analisou os fundamentos da detenção, os indícios recolhidos pelo Ministério Público e pelo Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), bem como os argumentos apresentados pelas defesas.

Além da Administradora de Xai-Xai, fontes da Miramar indicam que provas fortes levaram o tribunal a aplicar a medida de prisão preventiva para a chefe do Gabinete da Governadora da Província de Gaza. O fiel do armazém igualmente teve a sua prisão legalizada e permanece sob custódia.

Enquanto isso, a Vereadora das Finanças do Conselho Municipal de Xai-Xai vai responder ao processo em liberdade, mediante Termo de Identidade e Residência, garantiram as fontes da Miramar.

Durante a audição, a arguida declarou que não se encontrava na sua residência no momento em que os produtos foram descarregados, tendo recebido apenas uma chamada telefónica a informá-la de que os bens seriam deixados no local. Ainda de acordo com as nossas fontes, tal elemento foi considerado relevante na fixação da medida de coacção.

No total, dez arguidos foram constituídos no processo, que envolve crimes de furto, abuso de cargo ou função, peculato e associação criminosa.

Mandados de busca foram cumpridos em residências na cidade de Xai-Xai e no distrito de Chibuto, com apreensão de diversos produtos.

Concluída a fase de legalização das detenções, o processo segue agora para a instrução preparatória, conduzida pelo Ministério Público, sob segredo de justiça, visando o apuramento da verdade material e eventual acusação formal.
A Procuradoria Provincial da República em Gaza reafirma o compromisso com a legalidade e com a responsabilização de todos os envolvidos em actos que lesem o interesse público.


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