Veja o que está por atrás dos crimes de assassinato aos agentes do SERNIC e polícia na Matola

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A cidade da Matola voltou a ser palco de um crime chocante que está a levantar sérias preocupações sobre a segurança das forças de defesa e ordem. Um agente da Brigada Anti-Raptos do SERNIC foi brutalmente assassinado na zona de Matola “C”, após o veículo em que seguia ter sido emboscado e atingido por mais de 20 disparos. Segundo informações preliminares, a viatura — uma Toyota Ractis sem matrícula — foi interceptada por indivíduos ainda não identificados, que abriram fogo de forma intensa e coordenada. O agente não resistiu aos ferimentos, morrendo no local. O QUE ESTÁ POR TRÁS DESTES ATAQUES? Fontes ligadas à investigação indicam que este não é um caso isolado. Nos últimos tempos, tem-se registado um padrão preocupante de ataques direcionados contra membros do SERNIC e da PRM, especialmente aqueles envolvidos no combate a raptos e crime organizado. As autoridades suspeitam que: Grupos criminosos organizados estejam a retaliar contra operações recentes da Brigada Anti-Raptos; Existe ...

🚨😱Não vais acreditar😱Makhadzi Acaba De Entregar uma...Ler mais

Cantora sul-africana Makhazi oferece carro a Venâncio Mondlane 

A artista sul-africana Makhazi, conhecida por sucessos de afro-soul como _Phakade Lami_ e _Umkhanyo_, entregou uma viatura ao político moçambicano Venâncio Mondlane, num encontro fechado em Johannesburgo que acabou ganhando as redes horas depois. O presente um Toyota GD6 avaliado em cerca de 1,4 milhão de rand (aprox. 4,7 milhões de meticais)  foi divulgado por Mondlane em fotos no Facebook, agradecendo “o apoio à luta por transparência e justiça social”.

Segundo pessoas ligadas à cantora, a oferta liga-se a um show beneficente realizado em novembro de 2025, cuja receita apoiaria iniciativas de registo de eleitores e educação cívica lideradas por organizações da sociedade civil moçambicana. “Makhazi acredita que mudanças reais vêm de bases organizadas, não de partidos apenas”, disse um membro da equipa da artista, pedindo anonimato por não estar autorizado a falar oficialmente.

O gesto, porém, dividiu opiniões em Moçambique. Em grupos de WhatsApp, apoiantes de Mondlane elogiaram a visibilidade internacional. Já críticos incluindo vozes dentro da própria oposição levantaram questões sobre ética e prestação de contas.

“Não conheço a lei sul-africana a fundo, mas em Moçambique um bem desse valor deveria ser declarado e explicado. De quem vem, por quê, com que contrapartidas?”, escreveu o analista Salomão Muhai.

Até agora, Mondlane descreveu o carro como meio de trabalho, não bem pessoal, e prometeu divulgar “documento de doação e plano de uso”. Autoridades eleitorais informaram que presentes de não nacionais a atores políticos podem ser escrutinados à luz da lei de financiamento e da prevenção ao branqueamento de capitais, especialmente em ano de preparação autárquica.

Procurada, a assessoria de Makhazi confirmou a entrega e disse que um comunicado oficial virá “nos próximos dias”, destacando que não há filiação partidária e que projetos similares foram apoiados na região. 

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