Veja o que está por atrás dos crimes de assassinato aos agentes do SERNIC e polícia na Matola

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A cidade da Matola voltou a ser palco de um crime chocante que está a levantar sérias preocupações sobre a segurança das forças de defesa e ordem. Um agente da Brigada Anti-Raptos do SERNIC foi brutalmente assassinado na zona de Matola “C”, após o veículo em que seguia ter sido emboscado e atingido por mais de 20 disparos. Segundo informações preliminares, a viatura — uma Toyota Ractis sem matrícula — foi interceptada por indivíduos ainda não identificados, que abriram fogo de forma intensa e coordenada. O agente não resistiu aos ferimentos, morrendo no local. O QUE ESTÁ POR TRÁS DESTES ATAQUES? Fontes ligadas à investigação indicam que este não é um caso isolado. Nos últimos tempos, tem-se registado um padrão preocupante de ataques direcionados contra membros do SERNIC e da PRM, especialmente aqueles envolvidos no combate a raptos e crime organizado. As autoridades suspeitam que: Grupos criminosos organizados estejam a retaliar contra operações recentes da Brigada Anti-Raptos; Existe ...

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O Governo de Moçambique aprovou um decreto que autoriza o bloqueio de redes de telecomunicações em situações de "risco iminente" para a segurança pública ou ordem social. A medida, publicada no Decreto n.º 48/2025, de 16 de Dezembro, tem gerado controvérsia entre organizações da sociedade civil e cidadãos, que alegam que a decisão viola direitos fundamentais, como a liberdade de expressão e acesso à informação.

De acordo com o ministro dos Transportes e Comunicações, Mateus Magala, a medida visa prevenir o uso indevido das redes sociais para incitar violência e ameaçar a segurança pública, especialmente em contexto de manifestações e protestos pós-eleitorais. "A internet pode ser desligada, mas a nossa voz não será silenciada", declarou um grupo de jovens activistas em Maputo.

O decreto prevê sanções financeiras severas para operadoras que não cumprirem as ordens governamentais, com multas que podem chegar a 1.500 salários mínimos da função pública. A medida também tem sido contestada pelo partido ANAMOLA, que argumenta que o decreto é inconstitucional e viola compromissos internacionais assumidos por Moçambique.

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