AQUECEU😱Donald Trump surpreende ao aconselhar Venâncio Mondlane a parar com cur...ver mais

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Uma declaração do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, provocou grande repercussão nas redes sociais, depois de defender que o político moçambicano Venâncio Mondlane deveria colocar o diálogo acima dos confrontos políticos. A informação espalhou-se rapidamente, gerando milhares de comentários e reacções entre apoiantes e críticos. Segundo as informações, Trump teria afirmado que qualquer país enfrenta maiores desafios quando as divergências políticas deixam de ser resolvidas através das instituições e passam para as ruas. Na mesma versão, o líder norte-americano teria apelado para que todas as forças políticas moçambicanas procurassem soluções pacíficas e negociadas. A suposta declaração teria provocado intenso debate, com alguns cidadãos a considerarem que uma intervenção de uma figura internacional poderia incentivar um ambiente de diálogo, enquanto outros defenderiam que os assuntos internos de Moçambique devem ser resolvidos exclusivamente pelos moçambicanos. Analistas polí...

Governo admite publicamente a possibilidade de novos cortes na Função Pública


O governo confirmou que está a estudar “medidas de contenção” na massa salarial do Estado e admite abertamente a possibilidade de novos cortes na função pública. A ideia surge dentro do ajuste acordado com o Fundo Monetário Internacional (FMI) para conter despesas e manter a sustentabilidade fiscal.

O que está em cima da mesa:
- Redução gradual do 13.º salário: o pagamento que antes era integral passou a 50 % em 2024 e foi baixado para 40 % para pensionistas e 50 % para funcionários ativos em 2025, com o cronograma a estender-se até 2028. Há relatos de pagamento parcial (40-50 %) já em 2026, o que tem gerado confusão e protestos. 
- Meta de corte na massa salarial: o Executivo prometeu ao FMI reduzir a massa salarial total em cerca de 17 % até 2026 (aprox. US$ 425 milhões por ano), além de limitar novas contratações até 2028 e acelerar aposentadorias. 
- Medidas complementares: congelamento de promoções (2025-2028), eliminação de “trabalhadores-fantasma” e revisão de subsídios para cargos de chefia, enquanto se tenta proteger os salários mais baixos. 


A reforma da Tabela Salarial Única (TSU) custou mais do que o previsto, pressionando o orçamento, e o FMI tem sinalizado que a contenção da folha de pagamento é condição para desembolsos e para evitar novos empréstimos recusados. O governo apresenta os cortes como parte de um pacote corretivo de ∼1 % do PIB. 

Nas redes sociais o anúncio tem sido recebido com ceticismo e críticas: muitos pedem que os cortes incidam primeiro sobre privilégios de dirigentes (subsídios, regalias) e não sobre funcionários que ganham perto do salário mínimo (ex. 9 000 MT). Há também confusão sobre percentagens e medo de que o 13.º salário seja eliminado progressivamente. 

Há um plano concreto de contenção salarial ligado ao programa do FMI, focado no 13.º salário, na redução da massa salarial e na limitação de admissões, mas a implementação está a gerar debate intenso porque afeta diretamente trabalhadores públicos e pensionistas.

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