A Escola Prática da Polícia (EPP) em Matalane afastou 25 candidatos do XLIV Curso Básico por uso de telemóveis, posse de cannabis e aliciamento de funcionários, num acto dirigido pela directora de Inspecção, Madalena André Kundema, que reafirmou “tolerância zero” a indisciplina. A medida abriu vagas imediatas no curso, que tem duração de nove meses.
A PRM já informou que o concurso possui validade de três anos e uma lista de suplentes aprovados. Sempre que há exclusão, esses suplentes são chamados, pela ordem de classificação, para substituir os afastados sem necessidade de novo concurso. A direcção da EPP deverá publicar nos próximos dias a convocatória dos nomes que ocuparão as 25 vagas, que terão de se apresentar de imediato para se juntar à formação em curso. A própria instituição reforçou que a conivência para violar normas também será punida e encorajou denúncias de irregularidades.
Nos corredores de Matalane, familiares de candidatos aguardam a lista com expectativa. Enquanto isso, o comando da PRM insiste que a reposição por suplentes garante transparência e continuidade ao processo, mantendo o efectivo previsto para a formação policial.

Certo
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