Veja o que está por atrás dos crimes de assassinato aos agentes do SERNIC e polícia na Matola

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A cidade da Matola voltou a ser palco de um crime chocante que está a levantar sérias preocupações sobre a segurança das forças de defesa e ordem. Um agente da Brigada Anti-Raptos do SERNIC foi brutalmente assassinado na zona de Matola “C”, após o veículo em que seguia ter sido emboscado e atingido por mais de 20 disparos. Segundo informações preliminares, a viatura — uma Toyota Ractis sem matrícula — foi interceptada por indivíduos ainda não identificados, que abriram fogo de forma intensa e coordenada. O agente não resistiu aos ferimentos, morrendo no local. O QUE ESTÁ POR TRÁS DESTES ATAQUES? Fontes ligadas à investigação indicam que este não é um caso isolado. Nos últimos tempos, tem-se registado um padrão preocupante de ataques direcionados contra membros do SERNIC e da PRM, especialmente aqueles envolvidos no combate a raptos e crime organizado. As autoridades suspeitam que: Grupos criminosos organizados estejam a retaliar contra operações recentes da Brigada Anti-Raptos; Existe ...

ÚLTIMA HORA: GOVERNO ANUNCIA O BLOQUEIO DE PAGAMENTO DE HORAS EXTRAS AOS FUNCIONÁRIOS DO TRIBUNAL ADMINISTRATIVO



GOVERNO ANUNCIA O BLOQUEIO DE PAGAMENTO DE HORAS EXTRAS AOS FUNCIONÁRIOS DO TRIBUNAL ADMINISTRATIVO

Enquanto o Informe sobre o Estado Geral da Nação destaca avanços macroeconómicos, a realidade nos corredores das instituições públicas revela um cenário de austeridade e descontentamento laboral. Um comunicado interno do Tribunal Administrativo (TA), datado de Dezembro de 2025, confirma que o Ministério das Finanças bloqueou o pagamento de horas extraordinárias para o presente ano, justificando “restrições orçamentais”

A decisão, comunicada pela Direcção dos Recursos Humanos do TA, esclarece que a rubrica para o pagamento de trabalho extraordinário estará aberta exclusivamente para os Ministérios da Educação e Saúde. No entanto, mesmo nestes sectores ‘privilegiados’, a crise é profunda e as queixas arrastam-se há anos.

No texto, a Direcção Nacional é clara ao afirmar que, “no presente ano, não será possível proceder ao pagamento de horas extraordinárias, em virtude das restrições orçamentais,” lê-se.

A problemática das horas-extras tornou-se um dos maiores pontos de revolta e discussões na função pública. A situação no Tribunal Administrativo é apenas o mais recente exemplo de um sistema que, sobre pressão fiscal, sacrifica os rendimentos daqueles que garantem o funcionamento da máquina estatal.


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